Deu na folha de s.pauloMetalúrgicos da montadora Renault aceitaram ontem, em assembleia, suspender por cinco meses o emprego de cerca de mil trabalhadores da unidade de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba.
A medida tem o objetivo de evitar demissões imediatas por causa da crise internacional.
Pelo acordo entre trabalhadores e montadora, eles não vão trabalhar durante esse período, mas terão direito à antecipação do pagamento do seguro-desemprego e a uma complementação financeira da empresa para atingir o valor integral de seu salário. Os funcionários receberão também uma bolsa de qualificação profissional, paga pelo FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Segundo o sindicato, o acordo evita perdas salariais reais.
Os cinco meses de interrupção do trabalho também serão usados para computar o pagamento de férias, 13º salário e FGTS. Mas o período não poderá ser incluído na aposentadoria porque, na prática, não haverá folha de pagamento.
Os funcionários suspensos correspondem a 33% da força de trabalho da fábrica da Renault. O vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, Cláudio Gramm, afirmou que foi o único meio de preservar os postos e evitar a demissão dos trabalhadores no retorno das férias coletivas, ontem.
No final do prazo de cinco meses de suspensão dos empregos, representantes da montadora e sindicato voltam a se reunir para discutir o cenário econômico e medir a viabilidade de manter ou não as vagas. "A empresa mostra que acredita na retomada econômica. Do contrário, ela já teria demitido os mil funcionários agora em janeiro", disse Gramm.
A medida tem o objetivo de evitar demissões imediatas por causa da crise internacional.
Pelo acordo entre trabalhadores e montadora, eles não vão trabalhar durante esse período, mas terão direito à antecipação do pagamento do seguro-desemprego e a uma complementação financeira da empresa para atingir o valor integral de seu salário. Os funcionários receberão também uma bolsa de qualificação profissional, paga pelo FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Segundo o sindicato, o acordo evita perdas salariais reais.
Os cinco meses de interrupção do trabalho também serão usados para computar o pagamento de férias, 13º salário e FGTS. Mas o período não poderá ser incluído na aposentadoria porque, na prática, não haverá folha de pagamento.
Os funcionários suspensos correspondem a 33% da força de trabalho da fábrica da Renault. O vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, Cláudio Gramm, afirmou que foi o único meio de preservar os postos e evitar a demissão dos trabalhadores no retorno das férias coletivas, ontem.
No final do prazo de cinco meses de suspensão dos empregos, representantes da montadora e sindicato voltam a se reunir para discutir o cenário econômico e medir a viabilidade de manter ou não as vagas. "A empresa mostra que acredita na retomada econômica. Do contrário, ela já teria demitido os mil funcionários agora em janeiro", disse Gramm.






















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